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Endividamento do consumidor cai

Publicado em: 07-07-2012 11:13:51

O total de endividados na cidade de São Paulo voltou a cair em junho após duas altas consecutivas. A Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (PEIC), da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP), mostra que 48,7% das famílias paulistanas estavam endividadas em junho - 1,75 milhão -, ante porcentual de 53,2% verificado em maio. O grupo, no entanto, ainda é maior do que o verificado um ano antes, quando 46,9% das famílias da capital paulista se encontravam endividadas.

A principal dívida é o cartão de crédito - 79,7% dos paulistanos têm dívidas devido às compras pagas dessa maneira, proporção que é recorde na série histórica iniciada em fevereiro de 2010. As dívidas com carnês passaram de 17,6% em maio para 15% em junho e as com crédito pessoal apresentaram retração de 19,3% para 12,5% no período.A pesquisa mostra também que caiu de 21,5% em maio para 19,8% em junho o número de famílias com contas em atraso. No mesmo período, também recuou de 5,4% para 4,8% a parcela que afirma não ter condições de pagar total ou parcialmente suas dívidas. De acordo com a FecomercioSP, o consumidor está conseguindo ajustar seu orçamento após ter pago parte das prestações assumidas em promoções do início do ano.

Ainda segundo a FecomercioSP, 19,8% dos paulistanos disseram ter contraído dívidas por mais de um ano, 38,1% se endividaram por um período de três a seis meses e 22,8% se endividaram por menos de três meses. A maioria da população (55,1%) comprometeu entre 11% e 50% da sua renda mensal, enquanto 27,6% comprometeram menos de 10% e 14,8% comprometeram mais de 50% da renda familiar.

Do total de consumidores inadimplentes, a maior parte (42,7%) respondeu que as dívidas estão em atraso entre 30 e 90 dias, 38,6% tem atrasos superiores a 90 dias, e 16,4% tem contas atrasadas por até 30 dias.

Inadimplência no varejo cai 0,27% em junho, diz CNDL

A inadimplência do consumidor do varejo registrou queda de 0,27% em junho na comparação com o mesmo mês de 2011, segundo dados do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) divulgados nesta sexta-feira (06/07) pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL). De acordo com as entidade, esta é segunda vez no ano em que houve queda do indicador, nessa base de comparação - em março, havia sido observado recuo de 11,95% em relação a março de 2011.

Também houve diminuição da inadimplência de maio para junho, de 9,44%. Como resultado, o calote ficou praticamente estável na primeira metade do ano, já que foi verificada variação de somente de 0,09%.

Conforme avaliação do SPC Brasil, a baixa na inadimplência indica que parte das famílias tem conseguido pagar suas contas em dia. A entidade ressaltou, porém, que no mês passado, houve queda de 1,1% na exclusão dos registros ao SPC em relação a junho de 2011. O resultado do ano até o mês passado ainda é positivo, com a recuperação do crédito em alta de 1,55%.

Os resultados de junho mostram uma inversão em relação ao crescimento da inadimplência e das exclusões, que vinha sendo observado nos últimos meses.

Vendas

A CNDL também informou que as vendas no varejo registraram queda de 2,8% em junho na comparação com o mesmo mês do ano passado. Esta é a primeira baixa do indicador após 14 meses de elevação seguida na mesma base de comparação.

As informações da CNDL e levam em conta o volume de consultas feitas pelos comerciantes ao Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) nas vendas feitas a prazo ou com cheque. De acordo com a entidade, a última queda na comparação anual foi registrada em março do ano passado, quando as vendas recuaram 5,17% na comparação com março de 2010.

De maio para junho foi constatada uma queda de 5,26% nas consultas, o que reforça, segundo a CNDL, que ocorreu uma inversão da tendência de alta do consumo. No acumulado do primeiro semestre do ano, o indicador registra uma alta de 3,7%.

A queda das vendas do varejo, no entanto,  não assustou o setor, que prevê um segundo semestre melhor do que o primeiro. "Deflacionando-se os números, verificamos que, no decorrer dos últimos 11 anos, as vendas de Natal sempre têm superado o resultado do ano anterior. Isso vai se repetir e vamos bater de novo todos os recordes de vendas no Natal de 2012", previu nesta sexta-feira o consultor da CNDL, Nelson Barrizzelli.

Para o consultor, essa expansão ocorre de maneira orgânica, já que o volume de vendas vem acompanhando o crescimento da população. "Por isso, o resultado de junho não alarma de forma alguma", considerou. A projeção da CNDL é de crescimento de 2,5% este ano na comparação com 2011.

No acumulado dos primeiros seis meses de 2012, a expansão do setor já é de 3,7%. "Este é um caso excepcional. No geral, os segmentos estão com resultados inferiores ao do ano passado. Não vi nenhum que mostrou crescimento em relação ao ano anterior", considerou. 

CNDL espera alívio na inadimplência e alta do consumo

Barrizzelli previu que a redução do calote no setor varejista, verificada no mês de junho, é uma tendência que deve se aprofundar ao longo do segundo semestre até o fim do ano. "O resultado de junho é uma boa notícia, pois esta era uma grande preocupação da sociedade. Para o fim do ano, podemos ter situação de desafogo, que poderão voltar a consumir", previu. "Não parece que mais famílias vão se tornar inadimplentes, não devemos ter uma explosão da inadimplência", continuou.

Barrizzelli salientou que, em geral, o primeiro semestre historicamente é mais fraco em relação à redução da inadimplência. Para ele, a maior ameaça para a segunda metade do ano é o possível aumento do desemprego. "A tendência de queda deve continuar se nada diferente do que esperamos acontecer", pondera.

O consultor ressaltou que, apesar de negativa em junho pela segunda vez no ano, a diminuição da inadimplência já ocorre há alguns meses seguidos. "A razão é que as contas com prazos mais curtos tendem a ser pagas com mais facilidade, enquanto as contas com prazos mais longos estão puxando o índice nesse conceito de redução", salientou.

Ele lembrou que, normalmente, entre abril e maio há aumento da inadimplência derivada das compras de fim de ano. "O primeiro semestre é muito carregado, com compras a prazo, impostos, escola...", enumerou.

Fonte: Época Negócios

   

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